sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Secretário da JSB confirma apoio a Cartaxo


O secretário estadual da Juventude Socialista Brasileira (JSB), Rômulo Hallysson Oliveira, entrou em contato com o PolíticaPB requerendo um direito de resposta à matéria veiculada nessa quinta-feira (04/10), com o título: “Presidente estadual da JSB desmascara farsa e confirma apoio à Estela”. Rômulo explicou que “não existe farsa” e que o apoio da JSB a candidatura de Luciano Cartaxo (PT) é verídica e está mantida.
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“Estão desconstruindo isso. Essa é uma versão extremamente equivocada dos fatos. O que acontece é que 86 pessoas das 114 que integram o grupo autorizaram esse apoio. A juventude do PSB tem um secretário e abaixo vem presidente, vice, etc. Toda decisão passa pela secretaria e eu, na condição de secretário reafirmo que estamos apoiando a candidatura de Luciano Cartaxo”, explicou Rômulo.
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Segundo ele, estão tentando desqualificar a decisão tomada pelo grupo da Juventude Socialista. “Não tem farsa nenhuma. Estão tentando desqualificar o nosso apoio. Essa decisão foi tomada porque eles não entenderam o valor do diálogo. O diretório municipal tem prerrogativas para tomar essas decisões, tem legitimidade e eles têm que compreender e entender a nossa decisão”, afirmou.
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FONTE: http://www.politicapb.com.br

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

À juventude de João Pessoa


As leis não bastam. Os lírios não nascem
da lei. Meu nome é tumulto, e escreve-se
na pedra. (Carlos Drummond Andrade)

A história de uma juventude socialista só é história quando se consolida através da luta. Foi assim que construímos a JSB DA PARAÍBA, AUTÔNOMA E DEMOCRÁTICA, e que há quase dez anos se estabeleceu como uma força política, conscientizando jovens a ganharem seus espaços e protagonizarem sua própria história na defesa do socialismo e da liberdade na cidade de João Pessoa, na Paraíba e no Brasil.

É com coerência política que esse grupo de jovens dirige a Juventude do PSB, com ética e coragem, alcançando vitórias a nível nacional e respeito político nos diversos setores da vida pública e nos movimentos sociais do Estado da Paraíba. Foi com identidade e respeito às diferenças, e na certeza do caminho certo a seguir, que alcançamos cargos na Executiva Nacional da UBES, em diretórios centrais de estudantes (DCEs), grêmios estudantis, centros e diretórios acadêmicos, Presidência Nacional da JSB, Secretária Nacional de Gênero, mandatos de conselhos Nacional, Estadual e Municipal de juventude, mandatos de vereadores - e vários sendo disputados em diversas regiões do Estado - e espaços de gestão nas Políticas Públicas de Juventude (PPJs).

O que nos une é acreditar no bem coletivo e que o processo político se faz com pessoas e através das pessoas. Que um partido para ser socialista tem que respeitar a juventude e compreender o seu papel de vanguarda na história recente das lutas e das mobilizações sociais, por uma sociedade mais justa e democrática, a exemplo do "Abaixo a ditadura", das "Diretas Já" e dos caras pintadas. O que nos distingue é continuar acreditando...

É com tristeza que a JSB vê uma direção Estadual e Municipal do PSB usar de métodos obscuros, violentos, de práticas coronelistas, de desejos pessoais acima de qualquer interesse coletivo. Querem nos calar, mas perderam o rumo. Esqueceram quem somos? Somos a JSB de luta e de coragem! É por isso que nós da direção da JSB, companheiros filiados e defensores do socialismo, companheiros e companheiras que fazem parte e que já fizeram parte dessa história, vem a público, de encontro à perseguição política do PSB, afirmar:

1) O compromisso com as lutas sociais e com a história construída por Miguel Arraes que dizia "O socialismo não precisa ser redefinido. O socialismo é fruto das contradições da sociedade";
2) Que o PSB deve construir seu caminho pela esquerda, de forma democrática em busca da sua verdadeira identidade: o socialismo e a liberdade;
3) Que não admite que as decisões sejam tomadas por um grupo que se utiliza da força e opressão para reprimir companheiros e romper regras democráticas a serviço de uma estrutura de governo;
4) Que a atual candidatura do PSB representa uma grande irresponsabilidade com a consolidação do Campo Popular e Democrático na cidade de João Pessoa.

Só nos resta, movidos por um único desejo: a união por João Pessoa, reafirmar o apoio irrestrito ao prefeito Luciano Agra, que despertou a capacidade política da juventude em continuar sonhando e romper as amarras impostas pela direção Estadual e Municipal, a serviço do governador do Estado; e declarar apoio a candidatura a prefeito de João Pessoa, do companheiro Luciano Cartaxo, compreendendo que esse é o melhor caminho para que as conquistas da juventude sejam consolidadas, respeitando o processo democrático e protagonista da juventude na cidade de João Pessoa.

ADIANTE! À VITÓRIA!
NÓS QUE FAZEMOS A JUVENTUDE SOCIALISTA BRASILEIRA !!


Lista de filiados da JSB e PSB que assinam este documento:

ADAILSON DE SOUZA
ADHOLPHO DHOUGLAS LOBO
ALEXANDRE URQUIZA SÁ FILHO
ALICHARLES AVELINO DA SILVA
ALLYSON OLIVEIRA DE LIMA
ALVARO TOLEDO
ANA RAISSA ANTAS DINIZ SOARES
ANDREA PATRICIA TEOTÔNIO
BERTRAND GIOVANOVSKI SILVA SOUSA
CARLOS EDUARDO DE SANTANA CAVALCANTI
CARLOS JOSÉ NUNES
CARLOS ULISSES ALVES DA SILVA
CICERO PEREIRA DE OLIVEIRA NETO
CLEITON ROBERTO DE OLIVEIRA
DANIEL  AUGUTO DE LIMA
DANILO SANTOS SILVA
DAVID BEZERRA DA SILVA
DIEGO BEZERRA LIMA
DILBERTO FORTUNATO BATISTA DE SOUSA
DJAIR SANTOS DE ABREU
EDUARDO VANDERLEY (Cazuza)
EMMANUEL CAVACANTE DE CARVALHO NETO
ERICK DE ARAUJO MOURA
FABIOLA VALENTIN DA CUNHA
FELIPE SARMENTO
FELIPE SOARES DA SILVA E SILVA
FLAVIO DE ASSIS LOPES
FLAVIO MAXIMINO DA SILVA
FRANCISCO ANCHIETA FERREIRA MARTINS E JÚNIOR
FRANCISCO DE ASSIS CORDEIRO
GABRIEL HONORATO CARVALHO
HELDER SOUZA MEDEIROS GUEDES
HELLEN SUELEM
HIDEO ONO NERY
HITALO SARMENTO DE SOUZA LEMOS
JAMES DE LIMA GUIMARAES
JEAN CARLOS BRONZEADO LIMA
JEAN MARTYN FEITOSA MENDES
JEFFERSON FONSECA DE ANDRADE
JESSICA SOUZA JACOME
JOÃO RICARDO URQUIZA DE SÁ
JOÁS ALMEIDA MARIANO
JOSE EBANO SILVA DE SANTANA
JOSÉ MESSIAS DA SILVA
JOSEFA MARIA ALVES DA SILVA
JOUBERT FONSECA DE ANDRADE
KARLA GERMANA ROLIM GADELHA
LOURIZALEE MATHELA
LUANA FLAVIA BARBOSA DE OLIVEIRA
MANUEL ADELINO DOS SANTOS FILHO
MARIA IZABELLY ALVES DA SILVA
MARIANA PEREIRA GONSALVES
MATEUS SILVEIRA XAVIER
MIRELLE DIAS CAVALCANTE DE OLIVEIRA
ODAIR FERREIRA DE MELO
PABLO MATHEUS PERONICO VIEIRA DE MELO
PEDRO PAULO ALVES DE FARIAS
REINALDO ALMEIDA DE SOUZA
RICARDO DO NASCIMENTO SILVA
RIVADALVA RODRIGUES CAVALCANTE NETA
ROBERVAL PEREIRA DA COSTA JUNIOR
RODOLFO ABRANTES
ROMÁRIO GOMES
ROMELL HANDERSON SANTOS DE OLIVEIRA
RÔMULO HALYSSON SANTOS DE OLIVEIRA
SAMUEL FIRMINO DE OLIVEIRA JUNIOR
SANDRA REGINA RODRIGUES DOS SANTOS
SEDER GUIMARÃES POND
SUELLEN MARROCOS
THIAGO PACHECO BARBOSA
THOMAS CRISTIANIS
UBIRATAN FERREIRA (Manhoso)
ULISSES BERNARDO DE ANDRADE
VANESSA ALVES
VANESSA GONSALVES URQUIZA DE SA
VINICIUS GONSALVES URQUIZA DE SÁ
VINÍCIUS GUIMARÃES DA CRUZ
WANESSA PAIVA SOBRAL
WILIANE FREITAS DOS ANJOS
YANAIA PIMENTEL VICTOR JUSTE

quarta-feira, 21 de março de 2012

JSB determina prioridades para os próximos anos


“As reuniões da Executiva e do Conselho Político da Juventude Socialista Brasileira (JSB) foram importantes para promover o Planejamento da Gestão e determinar como prioridade para os próximos três anos a formação política e o fortalecimento da identidade nacional do segmento”, foi o que afirmou o secretário de Juventude do PSB, Bruno da Mata. Os encontros aconteceram nos dias 08, 09, 10 e 11 de março, na sede Nacional do Partido Socialista Brasileiro (PSB), em Brasília-DF.

Segundo Bruno da Mata, a JSB debateu as estratégias eleitorais e a participação da juventude nos movimentos sociais e nos grandes eventos políticos dos próximos anos. “Foi importante perceber a disposição e a energia do novo Conselho Político. Saímos da reunião animados e com a sensação de que muitas coisas boas estão para se realizar na nossa juventude e no nosso Partido”, acrescentou.

O Conselho Político da JSB aprovou a primeira resolução de 2012 (confira abaixo). De acordo com Bruno da Mata, a Juventude Socialista procurou defender os princípios do PSB, norteados pelo fortalecimento e crescimentos dos últimos anos. “O PSB constrói o campo que vem transformando a realidade do Brasil e do povo brasileiro. Temos orgulho de estar contribuindo decisivamente para a consolidação das políticas de democratização e correção das desigualdades no País. Por isso, discordamos e lutamos contra as tentativas de “bi-partidarizar” a política brasileira, e acreditamos que a diversidade de pensamento nacional deve ser respeitada”, afirmou Bruno.

O presidente Nacional da JSB, Sérgio Cardoso, ressaltou que o encontro da Executiva e do Conselho Político resultou em inúmeros avanços. “Mostrando assim que estamos afinados com o rumo a ser seguido”, destacou. Foram discutidos e pautados temas como as eleições 2012, Rio +20, Encontro Nacional de Estudantes, cursos de formação política e Festival das Juventudes.

“Esse encontro só foi possível graças à confiança e o total apoio do presidente Nacional de nosso partido e governador de Pernambuco, Eduardo Campos. Ressaltamos também todo empenho nesta construção dos companheiros Roberto Amaral, nosso vice-presidente; Dr. Carlos Siqueira, primeiro secretário; e de todos os colaboradores da sede de nosso Partido”, agradeceu Sérgio Cardoso. “Continuaremos juntos e firmes na defesa do socialismo e de um presente melhor para nossa juventude”, concluiu.

Os encontros contaram também com a presença do senador João Capiberibe (PSB-AP) e do deputado Domingos Neto (PSB-CE). Capiberibe falou sobre a importância do debate em torno da construção do pensamento Eco-Socialista e da participação da Juventude no controle dos gastos públicos, através dos “Portais da Transparência”. Já Domingos Neto participou do debate eleitoral da JSB e incentivou os jovens socialistas que serão candidatos. Além disso, o parlamentar colaborou na construção do projeto eleitoral da Juventude. Confira a Resolução do Conselho Político da JSB – Março de 2012:

Na semana em que se comemora o dia internacional das mulheres, o Conselho Político da Juventude Socialista Brasileira (segmento juvenil organizado do PSB) se reuniu em Brasília para debater e deliberar sobre temas relativos à nossa organização interna e também a respeito de grandes debates da sociedade. Inspirados pelo exemplo de grandes mulheres que ajudaram e ajudam a construir a história do nosso povo, os jovens socialistas refletiram corajosamente sobre o processo eleitoral que se avizinha e concluíram que:

O PSB constrói o campo que vem transformando a realidade do Brasil e do povo brasileiro nos últimos anos, tem orgulho de estar contribuindo decisivamente para a consolidação das políticas de democratização e correção das desigualdades no país.

Discordamos e lutamos contra as tentativas de “bi-partidarizar” a política brasileira, e acreditamos que a diversidade de pensamento nacional deve ser respeitada. Repudiamos inclusive a polarização maniqueísta que se tenta imprimir entre PT-PSDB no país. Em alguns estados é possível notar alianças locais que se diferenciam da coalizão nacional. Isto se dá pelo fato de que o PSB não se curvará diante desta tentativa de patrulhamento quanto às nossas alianças regionais.

Limitar o debate em qualquer cidade do país a apoiar PT ou PSDB é contribuir para esta lógica da polarização e cair na armadilha dos setores tradicionais da política brasileira. Nós acreditamos que mais saudável do que isto é debater projetos e alternativas.

Nos últimos anos, o PSB apresentou o companheiro Ciro Gomes como pré-candidato à presidência do Brasil, que versou de Norte a Sul sobre as nossas idéias e projetos para o país. Nesse momento, o companheiro mostrou claramente a opinião do PSB e da sua militância a respeito de José Serra e do que ele representa na política brasileira. Serra personifica o projeto antagônico ao que todos nós estamos construindo, defendendo pensamentos ultrapassados, de um tempo para o qual os brasileiros não querem voltar.

A JSB busca fortalecer e incentivar candidaturas próprias (em especial jovens) em cada cidade do país, dando destaque às grandes cidades e capitais. Iniciativas como a “atitude 40”(de Fortaleza) e “juventude 40”(do Espírito Santo) são exemplos de como a JSB busca ter um caráter protagonista no processo eleitoral. É necessário debater projetos que ressaltem o papel da juventude e da cultura da paz nos espaços urbanos.

Acreditamos que a nossa direção nacional, através do presidente Eduardo Campos, tem tido a sobriedade e responsabilidade para conduzir o PSB no caminho do crescimento, com coerência histórica e coragem, sem renunciar ao nosso programa. Convidamos a militância socialista de todos os segmentos a participar do debate e contribuir para a construção de um novo momento no nosso Brasil!

Conselho Político da Juventude Socialista Brasileira.
Brasília, 11 de março de 2012.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

JSB entrega manifesto

A JSB, na presença do Presidente Municipal do PSB, Ronaldo Barbosa, do Vereador Zezinho Botafogo, além de outros membros do diretório municipal, esteve reunida na sede do partido para entregar a Estelizabel Bezerra um manifesto em apoio a sua pré-candidatura.

A Juventude composta por mais de 400 jovens, entendeu que esse momento histórico vivido pela capital paraibana, não pode retroceder. Estelalizabel teve ontem a oportunidade de ouvir a Juventude Socialista Brasileira aclamar seu nome, reconhecendo a sua capacitada para representar a juventude pessoense.

Estiveram presentes representantes de Juventudes de partidos convidados, para junto com a JSB, militar em prol de políticas públicas para juventude. Entre esses representantes tinham jovens do PSD e PT.

A JSB mostrou que é com unidade, que vamos garantir a continuação desse projeto político socialista!





quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

MANIFESTO DE APOIO
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“Moça, olha só, o que eu te escrevi
É preciso força pra sonhar e perceber
Que a estrada vai além do que se vê...”
(Los Hermanos)

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A Juventude Socialista Brasileira de João Pessoa, por ser um segmento atuante em diversos movimentos sociais, vem através deste manifesto se posicionar em favor da pré-candidatura da companheira Estelizabel Bezerra à prefeitura da nossa cidade.
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Militante dos movimentos sociais desde outrora, a companheira reúne qualidades para tocar adiante o projeto político socialista que mudou a cara de João Pessoa. A JSB assume este posicionamento por entender a necessidade deste projeto continuar avançando na Capital sob o comando do Partido Socialista Brasileiro (PSB).
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Entendemos que os governos precisam observar a juventude como segmento prioritário de políticas públicas e com ela desenvolver, planejar e implementar ações estratégicas. Bem como a gestão da Prefeitura Municipal de João Pessoa, conduzida pelo PSB inicialmente pelo companheiro Ricardo Coutinho e atualmente pelo grande companheiro Luciano Agra, ao longo desses últimos sete anos tem sido pioneira nas ações de Políticas Públicas de Juventude.
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A criação da Secretaria de Juventude Esporte e Recreação (Sejer), dos Centros de Referência de Juventude (CRJs), do Conselho Municipal de Juventude, dos ProJovens Urbano e Trabalhador, da linha de crédito Empreender Jovem, credenciam este governo a ampliar com altivez o diálogo com a juventude pessoense.
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Portanto, a Juventude Socialista Brasileira – enquanto movimento social ativo – conclama o apoio à pré-candidatura da companheira Estelizabel Bezerra.
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João Pessoa, 31 de janeiro de 2012.
Direção Municipal da Juventude Socialista Brasileira

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Diretório do PSB faz reunião neste sábado

O Diretório Municipal de João Pessoa do Partido Socialista Brasileiro (PSB) realiza no sábado (10/12) sua primeira reunião ordinária com os diretorianos eleitos no “IV Congresso Municipal do PSB-JP”. O novo encontro da legenda socialista acontece a partir das 9h deste sábado, no Hotel Xênius, localizado na orla do Cabo Branco.

De acordo com o presidente Municipal do PSB, professor Ronaldo Barbosa, esta reunião do Diretório servirá para analisar a conjuntura política em João Pessoa, o processo eleitoral de 2012 e questões internas do Partido.

“Devem ser indicados alguns nomes do PSB para compor a coordenação da campanha majoritária à Prefeitura de João Pessoa e para iniciar a preparação do Programa de Governo, a ser lançado no próximo ano”, destacou Ronaldo.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

IV Congresso Municipal do PSB

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O PSB do município de João Pessoa está finalizando os preparativos para O IV Congresso Municipal, que será realizado nesta sexta-feira (30/09) e sábado (01/10) no Auditório do Hotel Ouro Branco, em João Pessoa. De acordo com o presidente municipal do PSB, professor Ronaldo Barbosa, a Comissão Organizadora está toda envolvida nos preparativos finais, com a formulação de convites para as autoridades, lideranças e partidos à participarem da solenidade de abertura, que ocorrerá às 19 horas desta sexta-feira.
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Barbosa informou que toda a infra-estrutura do evento já foi montada peça Comissão Organizadora que nesse momento está se dedicando a checagem dos itens como material gráfico (caderno de teses, crachás e listagens de credenciamento), que aliada a decoração do auditório, sonorização, sinalização, segurança e cerimonial, perfazem os principais pontos prévios da organização.
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A solenidade de abertura está sendo programada juntamente com a área de comunicação do Partido, de forma que seja possível ao trabalho dos veículos de comunicação o melhor ângulo de registro fotográfico e cinematográfico deste que promete ser um dos maiores eventos partidários da Capital.
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O presidente do PSB também informou que já confirmaram presença na solenidade de abertura o prefeito Luciano Agra, governador Ricardo Coutinho, parlamentares estaduais do PSB, vereadores Zezinho do Botafogo, Bira e a vereadora Sandra Marrocos, além de diversos secretários e secretárias socialistas nos governos municipais e estaduais, e uma diversidade de pré-candidatos e pré-candidatas ao parlamento pessoense em 2012. JSB presente!
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FONTE: http://www.psbpb.org.br
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Chapa Limpa vence eleição do DCE-UFPB

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A comunidade estudantil da UFPB elegeu na última semana a nova gestão do Diretório Central dos Estudantes (DCE). Com 2.295 votos a “Chapa Limpa” saiu vencedora. Em segundo lugar, ficou a chapa “Cantamos, pois gritar só não basta” com 1.800 votos. A terceira colocada foi a chapa “O novo pede passagem”, com 1.286.
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A Comissão Eleitoral ainda impugnou a chapa “Juntos somos mais” por motivo de fraude. De acordo com a Comissão, formada por representantes de todas as chapas participantes do pleito, uma urna foi encontrada na bolsa do membro indicado pela chapa “Juntos somos mais”, Lucas Pereira - integrante da Juventude Democratas.
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Constatada a fraude eleitoral, a chapa 2 foi impugnada. Apesar da confusão, Cleiton Oliveira, coordenador da chapa “Chapa Limpa” e membro da Juventude Socialista Brasileira (JSB) agradece os estudantes da UFPB pela vitória e ratifica o compromisso em defender os direitos estudantis dentro e fora da UFPB. “Vamos reconstruir o movimento estudantil e defender melhorias para os estudantes da Universidade Federal da Paraíba”, disse Cleiton.
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Cleiton ainda afirma que a nova diretoria do DCE irá tomar posse em alguns dias e já programa a realização de uma campanha pela abertura de mais um Restaurante Universitário (RU), pelo cumprimento do direito à meia-entrada em estabelecimentos culturais e pela implantação de conexão wi-fi livre em toda a UFPB.
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sexta-feira, 16 de setembro de 2011

NOTA DE REPÚDIO

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A Juventude Socialista Brasileira em João Pessoa (JSB-JP) manifesta através desta nota o repúdio às agressões físicas, ofensas verbais e cárcere privado sofrido pela nova secretária Municipal da JSB e sua companheira no último dia 11 de setembro. Este lamentável acontecimento atingiu a honra das duas moralmente e desrespeitou os princípios básicos do ser humano. Leia na íntegra a Nota de Repúdio:
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Caros companheiros(as),
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Venho através deste documento, repudiar a violência física, verbal e moral do qual fomos vítimas eu e minha companheira no “BEBERICOS BAR” – localizado no bairro dos Bancários, zona sul de João Pessoa – no último dia 11 de setembro, aproximadamente ás 20h horas.
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Ao chegarmos ao bar fui direto ao banheiro, enquanto minha companheira procurava alguns amigos e uma mesa para sentarmos. Fiquei na fila do banheiro esperando minha vez. Ao chegar minha vez tentei fechar a porta e me deparei com uma garota desconhecida empurrando a mesma. Neste momento indaguei-a e pedi para que ela aguardasse sua vez. A garota, demonstrando-se alterada, falou que iria entrar comigo no banheiro porque ele tinha dois vasos sanitários e se eu quisesse reclamasse com o dono do bar. Detalhe: o banheiro não tinha divisórias entre os vasos e apenas uma porta.
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Em seguida, lhe dirigi novamente a palavra e pedi que aguardasse sua vez. Após ter falado pela segunda vez tentei fechar novamente a porta. A garota em questão empurrou-a com bastante violência e a porta bateu na minha cabeça. Em seguida ela foi logo entrando e minha atitude foi tentar conversar para que a mesma respeitasse meu direito de entrar sozinha no banheiro, já que o mesmo não tinha divisórias entre os vasos sanitários e a vez era minha. Sem que eu esperasse a garota avançou em meus cabelos e infelizmente chegamos as vias de fato.
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Enquanto estávamos engalfinhadas no chão do banheiro eu tentava me defender da garota. Logo apareceram pessoas para nos separar. Algumas dessas pessoas, junto com um amigo meu, tentavam me acalmar, até porque fiquei perplexa, nunca tinha passado por aquela situação. Eu tremia e chorava ao mesmo tempo. Por sua vez, minha companheira, percebendo o tumulto, correu logo para onde eu estava e disse que iríamos embora dali imediatamente. Mas quando tentamos nos retirar do local a garota que me agrediu, se fazendo de vítima para seus amigos(as), retornou até onde eu estava, no intuito de continuar a briga e as agressões verbais, só que desta vez junta com seus amigos(as) – aproximadamente 5 (cinco) pessoas. Elas me fizeram ameaças, tentando tumultuar ainda mais. Estavam todos visivelmente alterados, sem nem saber o que tinha ocorrido de verdade.
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Quando tentamos sair do bar novamente foi necessário fazer uma espécie de barreira humana ao meu redor e ao chegarmos à única entrada/saída do bar nos deparamos com o proprietário - que até então não tinha aparecido. Durante todo o episódio ele foi totalmente omisso, conivente e co-responsável pelo tumulto, por não haver segurança em seu estabelecimento, que estava lotado. Para piorar, ele não manteve a imparcialidade diante do acontecimento. Ou seja, ficou o tempo todo ao lado do grupo agressor, que estava com a garota bloqueando a única passagem de entrada/saída.
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Vale salientar que tínhamos acabado de chegar ao bar e nem sequer tínhamos consumido nada. Mesmo assim, o dono do bar disse que ninguém sairia de lá sem a chegada da polícia, gerando ainda mais constrangimento e contribuindo para as retaliações do grupo agressor. A medida arbitrária tomada naquele momento pode ser interpretada como cárcere privado, um crime previsto em lei. É necessário frisar também que em nenhum momento o dono do bar nos procurou, ou tentou garantir minha integridade física em seu estabelecimento, nem muito menos dos outros clientes. Meu maior medo era que alguém do grupo agressor estivesse armado.
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Impedidas de sair, meu amigo me puxou para o fundo do bar, para evitar retaliações do grupo agressor. Minha companheira, ao tentar passar para o local onde eu estava foi agredida física e verbalmente por uma das amigas da garota que me agrediu no início. A mesma dirigiu palavras preconceituosas (homofóbicas) a minha companheira, referindo-se a nós duas como “pessoas doentes”, “sapatões”, “vocês são bichos”, “que deveria ter banheiros separados para sapatão e viado”, “que aquele bar era para pessoas normais”, dentre outros absurdos de baixo calão. Achando pouco, jogou uma garrafa de água no rosto de minha companheira e a mesma teve que engolir a raiva para não perder a razão.
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Enfim, fomos constrangidas de todas as formas e obrigadas a ficar esperando a chegada da polícia para podermos sair, porque o grupo queria me agredir, assim como fez a garota. A Polícia Militar demorou aproximadamente 45 minutos para chegar ao local e o dono bar nem sequer nos procurou para saber o que tinha ocorrido de fato. Ele esteve totalmente equivocado na hora de lidar com a situação, pois não manteve a imparcialidade. Assim, nos sentimos totalmente discriminadas e humilhadas. Após a chegada da polícia fomos todos(as) para a delegacia fazer o Boletim de Ocorrência.
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“Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é...”
(Caetano Veloso)
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Luana Flávia B. de Oliveira
Secretária Municipal da JSB,
eleita recentemente no IV Congresso da JSB-JP

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Homofobia é uma série de atitudes e sentimentos negativos em relação a orientação sexual das pessoas. A Paraíba hoje é um dos estados brasileiros onde mais se pratica a violência homofóbica e, com este episódio, ganha mais um número para compor suas estatísticas. Só em 2011 foram registrados 12 crimes com motivações homofóbicas em nosso Estado.
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Por tudo isso, a Juventude Socialista Brasileira – cada vez mais participativa e consciente sobre as mais diversas questões que envolvem a juventude – já demonstrou que é totalmente contra este tipo de atitude desrespeitosa, que fere os princípios básicos do ser humano. É bom lembrar que está escrito na Constituição Federal Brasileira que “todos são iguais perante a lei". Também existe uma Lei Estadual (n° 7309/03) – de autoria do então deputado Ricardo Coutinho (PSB) – que prevê multa e punição aos locais de lazer, como: restaurantes, boates e estabelecimentos públicos em geral que discriminem pessoas devido à orientação sexual. Entretanto, se faz necessário (com urgência!) que haja a regulamentação desta lei, com a escolha do órgão responsável pelo recebimento das denúncias e aplicação das penas e multas.
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Para finalizar, esperamos que as atitudes deste grupo agressor e do dono do bar sejam punidas exemplarmente, para que isso não se repita com ninguém! Nós, que fazemos parte de uma juventude que luta todos os dias por “direitos igualitários”, não podemos ficar calados diante de um fato grave como este. Não podemos temer, de forma alguma, retaliações preconceituosas e ultrapassadas, se não nunca iremos avançar para construir um mundo melhor.
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João Pessoa, setembro de 2011.
Juventude Socialista Brasileira em João Pessoa (JSB-JP)
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segunda-feira, 12 de setembro de 2011

JSB-JP realiza seu 4º Congresso

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Bertrand Sousa (*)
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Neste sábado, 10 de setembro de 2011, a Juventude Socialista Brasileira em João Pessoa (JSB-JP), realizou seu 4º Congresso Municipal. A atividade ocorreu no auditório do SINTEP, no Centro da capital paraibana. Destacamos a presença ilustre do prefeito de João Pessoa, Luciano Agra (PSB); do presidente nacional da JSB, Joubert Fonseca; integrantes das executivas municipal e estadual da JSB; além de dezenas de jovens militantes, comprometidos com a unidade e os avanços da organização partidária.
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O Secretário Municipal de Juventude do PSB, Rômulo Halysson, abriu oficialmente o Congresso da Juventude, apresentando a pauta e metodologia adotada para o andamento dos trabalhos. Em seguida, ouvimos a palestra do professor Lúcio Flávio (UFPB), falando sobre a conjuntura política, econômica e social na Paraíba, no Brasil e no mundo. Logo após, tivemos o debate entre a plenária e o palestrante, aprofundando as análises apresentadas.
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Na sequência da programação realizamos uma rápida avaliação sobre a Comunicação e as estratégias de marketing utilizadas nos últimos anos para fortalecer a JSB enquanto segmento partidário organizado. Pouco depois tivemos o grande momento do Congresso, quando foi apresentada a nova Executiva Municipal da JSB. A composição ficou assim: Luana Flávia (Secretária Municipal); Priscilla Gomes (Presidente); Izabelly Alves (Vice-Presidente); Túlhio Serrano (Secretário Geral); Rayza Miranda (Secretária de Comunicação); Francisco Júnior (Secretário de Movimento Estudantil); e Andréa Patrícia (Secretária de Políticas Públicas de Juventude). Bom trabalho e boa sorte pro pessoal!
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A proposta de tese (resolução) apresentada no 4º Congresso Municipal da JSB trouxe para o debate questões relacionadas à conjuntura pessoense, paraibana, brasileira, latino-americana e mundial, além das análises e propostas relacionadas ao Movimento Estudantil, Cultura, Comunicação e Ciência & Tecnologia, que devem nortear a atuação da JSB-JP nos próximos anos, contribuindo para articular a juventude em torno de suas bandeiras históricas e da garantia de direitos. O documento será entregue ao Diretório do PSB Municipal nos próximos dias.
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Para fechar o evento, tivemos a participação do prefeito Luciano Agra (PSB), recebido sob os aplausos da militância socialista. Ele ressaltou o compromisso permanente e o trabalho da Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP), desde 2005, para garantir melhores condições de vida para a população jovem da cidade. Luciano destacou ainda a participação ativa e conquista de espaços pela juventude pessoense, através do protagonismo juvenil estimulado pela Secretaria Municipal de Juventude, Esporte e Recreação e dos programas federais executados em parceria com a PMJP. E mais uma vez ficou claro para todos(as) que o futuro já começou! JSB presente, agora e sempre!
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(*) Jornalista e secretário de comunicação da JSB-JP.
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sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Comunicação e mídia para o Brasil avançar

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Bertrand Sousa (*)
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As formas de transmissão de mensagens vêm acompanhando o desenvolvimento humano. Na época das cavernas, os povos primitivos comunicavam-se através de gestos entre emissores e receptores. O tempo passou e o homem conseguiu desenvolver a capacidade de falar, organizando a partir daí, códigos verbais entre as diferentes comunidades que habitavam o planeta.
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Nos dias atuais, a informação passou a ter uma dimensão automática, quase instantânea. E desde então vivemos na “era digital”, onde tudo, ou quase tudo, pode ser descrito por códigos binários. Com o advento da Internet, a rede mundial de computadores, as pessoas passaram a conviver diariamente com a velocidade e todo volume de conhecimento gerado pela humanidade nos últimos dois mil anos. A chamada “aceleração do tempo social”, resultante deste processo, trouxe possibilidades de comunicação e obtenção de informações nunca antes vistas, que continuam aumentando, exponencialmente.
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Nesse contexto, todo cidadão brasileiro deveria tratar a Comunicação como direito humano – e exercê-lo sempre – especialmente no que incide sobre a soberania nacional, a liberdade de expressão, a inclusão social, a diversidade étnico-racial, sexual, cultural, religiosa e de gênero, a convergência tecnológica e a regionalização da produção de conteúdos midiáticos. Entretanto, o que observamos, por exemplo, nos veículos de comunicação de massa paraibanos? Nada mais que a simples reprodução dos modelos impostos ao longo do tempo pela mídia conservadora (nacional e internacional), para favorecer as oligarquias familiares que monopolizam o mercado da informação.
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Portanto, os interesses econômicos dos sistemas de comunicação precisam ser revistos, sobretudo quando interferem e impedem a prática do Direito a Comunicação. Faz-se necessário exercer massivamente a cobrança junto aos órgãos competentes para que sejam cumpridas as normas relacionadas às concessões públicas de telecomunicações, que a regulamentação do setor seja aprimorada para respeitar sempre o interesse público e que os veículos de comunicação de massa realizem os processos midiáticos com ética, responsabilidade e qualidade informativa.
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Vale ressaltar que a produção, difusão e acesso às informações são requisitos básicos para o exercício das liberdades civis, políticas, econômicas, sociais e culturais. O monopólio dos meios de comunicação (mídias) representa uma ameaça à democracia e aos Direitos Humanos, principalmente no Brasil, onde a TV e o rádio são os meios de produção e distribuição de bens simbólicos mais disseminados. Por outro lado, o Brasil tem chamado a atenção mundial pela imensa quantidade de participantes em comunidades virtuais e redes sociais. Ferramentas como blogs, wikis e fóruns de discussão têm consolidado o conceito de comunidade virtual, evidenciando alterações na estrutura social brasileira.
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Com efeito, constata-se que as comunidades virtuais e redes sociais têm potencializado o diálogo e a organização de indivíduos - muitos jovens, inclusive - em novas estruturas, coletivas e colaborativas. Comunidades que surgiram na web passam a ter encontros presenciais. E com a multiplicação destas comunidades e grupos, surge uma nova dimensão de poder, que muitas vezes passa despercebida pelos próprios envolvidos. A evolução, a revolução e a transformação dependem de mudanças estruturais no cotidiano, na práxis social. Saudações socialistas!
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(*) Jornalista e secretário de comunicação da JSB-JP.
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Congressos dos segmentos do PSB


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O PSB de João Pessoa realiza neste final de semana mais 4 congressos dos segmentos organizados, dando continuidade ao calendário aprovado pela Direção Municipal. De acordo com o Presidente do PSB da capital, professor Ronaldo Barbosa, nesta sexta-feira (09/09) será realizado o Congresso das Mulheres, a partir das 18 horas, no SINTEP.
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E neste sábado (10/09) serão realizados 3 outros Congressos, todos com início às 9 horas da manhã, sendo em locais distintos. O Congresso da Juventude Socialista Brasileira em João Pessoa (JSB-JP) se realiza no SINTEP. Já o congresso do segmento Meio Ambiente será no SINDSPREV e o do Movimento Sindical no SINTESPB. De acordo com Barbosa, todos esses Congressos são considerados preparatórios ao Congresso Municipal do PSB de João Pessoa, que se realiza no final do mês de setembro, e que deve reunir cerca de 1200 filiados e filiadas.
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A esquerda e a construção do novo

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Dennis de Oliveira
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Adorei a entrevista do Antonio Cândido no jornal Brasil de Fato. Embora discorde de algumas coisas ditas por ele, são discussões assim que elevam a alma da gente, coisa que está totalmente ausente da mídia hegemônica preocupada neste denuncismo seletivo que praticamente poupa as gestões demotucanas embora estas esteja cheias de indícios de irregularidades.
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Cândido lembra a passagem do Ideologia Alemã, de Marx e Engels em que este fala das necessidades humanas serem cumulativas e irreversíveis – isto é, a medida que o ser humano vai incorporando novos artefatos produzidos pelo seu trabalho ao seu cotidiano, vai se transformando e também mudando as suas demandas. É nesta roda irreversível de criação de necessidades e sua superação que o capitalismo assenta suas bases de acumulação. Marx e Engels, no Manifesto Comunista, apontam o grande potencial revolucionário do capitalismo ao incrementar este processo, mas ao mesmo tempo, os entraves causados pelo modo de produção baseado na expropriação da mais valia. Em outras palavras, o capitalismo e sua classe dominante tem um limite no avanço deste processo, o que torna a ruptura para o socialismo uma necessidade histórica.
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Marx escreveu isto no século XIX, foi um visionário e até hoje um pensador de referência. Efetivamente, o capitalismo transformou sobremaneira o ser humano. As necessidades foram se acumulando a ponto de hoje determinados luxos do passado viraram verdadeiras necessidades, não só por status, mas por questões de trabalho, de exigência de mobilidade, de informação, entre outras coisas. Por isto, desconfio sempre daqueles discursos que tentam classificar necessidades reais e necessidades falsas. O que é uma necessidade falsa? Em um outro texto (clique aqui para ler), comentei sobre a questão do uso do automóvel em São Paulo muitas vezes tratada de forma extremamente generalista e que não dá conta das necessidades específicas de determinadas atividades profissionais que uma parte significativa dos cidadãos vive.
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Mas o capitalismo hoje sobrevive, e a sua não superação por um outro tipo de sociedade tem trazido problemas sérios, aliás, situações que cada vez mais tornam-se insolúveis nos marcos do atual sistema. É a tal situação do interregno citado por Gramsci, como uma situação em que as estruturas dominantes não conseguem mais dar conta dos problemas surgidos e, ao mesmo tempo, não se vislumbra ou ainda não está totalmente desenhada uma estrutura nova de poder que possa substituir a anterior. Bauman fala disto no texto “O triplo desafio” publicado na revista Cult em 2010.
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Um dos grandes problemas do mundo capitalista contemporâneo é a sustentabilidade do atual modelo de produção e consumo na desigualdade e na exclusão. A produção incessante de artefatos e as criações de novas necessidades geraram um tipo de consumo que só é sustentável se for realizado por poucos. Vamos ver alguns dados: a-) o lixo produzido pela população da metrópole de Londres necessita de uma área quatro vezes maior que a própria área ocupada pela cidade; b-) se todos os habitantes do planeta Terra tivessem o mesmo padrão de consumo do cidadão médio estadunidense seriam necessários cinco planetas Terra para dar conta. Tudo isto só se mantém porque uma parcela muito ínfima consome a esmagadora maioria dos artefatos. Gera-se, assim, um mundo do lixo onde estão a grande maioria da população e um mundo de produção deste lixo.
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Por esta razão, um projeto utópico de superação do capitalismo não se restringe apenas a que todos tenham o mesmo padrão de vida das classes dominantes, mas que haja uma equidade de padrões de vida. Isto passa, necessariamente, em uma rediscussão dos padrões de vida da sociedade. Por exemplo, a utopia possível é que todos tenham automóveis e andem de automóvel, praticamente inviabilizando o trânsito e gerando mais poluição ou que se rediscutam os padrões de mobilidade para todos e também como a economia deve ser organizar para se adequar a isto? Será que para buscar um novo posicionamento geopolítico, os países da América Latina devem buscar um modelo de desenvolvimento idêntico aos seguidos pelos países centrais do capitalismo? Ou ainda, na busca de um desenvolvimentismo a todo custo, sequer pensar em alternativas propostas por grupos sociais locais que tem tradições e história fora dos processos civilizatórios do capitalismo?
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Marx fala dos importantes repertórios de conhecimento construídos na aventura da modernidade. Efetivamente, as descobertas tecnológicas impactaram profundamente – e até positivamente – a vida da maioria das pessoas. Na busca de equidade, é preciso que todo este conhecimento seja aplicado para o bem estar de todos e não apenas de alguns. Principalmente em um país em que sequer serviços de saneamento básico estão universalizados. Ou ainda que o acesso universal ao ensino ainda engatinhe. Mas os conhecimentos ancestrais de determinados grupos sociais também tem contribuições importantes, como as relações com a terra para além da dimensão funcional-produtiva, os conhecimentos ancestrais das plantas e suas propriedades medicinais e, mais que isto, a experiência de construir conhecimento compartilhado em espaços diferentes das experiências da civilização ocidental.
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A importância dos movimentos emancipatórios – de combate ao racismo, ao machismo e dos direitos dos povos originários – não se colocam apenas dentro de uma perspectiva ética e igualitarismo, mas de reconhecimento destes povos como protagonistas de uma nova sociedade a ser construída no continente latino-americano. Parte da esquerda que chega ao poder por vias eleitorais, muitas vezes, estão mais preocupados em se transformar em bons gerentes de um Estado capitalista do que aproveitar o espaço conquistado para dar passos importantes na construção de uma sociedade diferente.
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Por esta razão, papel importante cabe aos movimentos sociais e, principalmente, aos seus protagonismos midiáticos – o midiativismo, o midialivrismo, as mídias radicais e alternativas – na expressão destas necessidades. Os espaços – o institucional e a esfera dos movimentos sociais – são diferentes e apresentam possibilidades diferentes, mas não podem ser visto como antagônicos por uma esquerda que realmente quer construir uma sociedade diferente. Não perder o foco, o objetivo é fundamental para que a doce tentação dos cargos do aparelho de Estado não limite a ação a uma mera competência no gerenciamento dos negócios.
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FONTE: http://www.revistaforum.com.br
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Juventude Socialista Brasileira


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O Partido Socialista Brasileiro (PSB) se mantém desde tempos na vanguarda do debate dos diferentes movimentos de juventude, seja atuando dentro das estruturas do movimento estudantil, como na União Nacional dos Estudantes, na União Brasileira dos Estudantes Secundaristas, seja na base, politizando e transformando a realidade através de nossa militância nos diferentes CAs Das e Grêmios estudantis. Estivemos presentes na derrubada da ditadura, na campanha do petróleo é nosso, nas ruas pedindo “fora Collor”, conquistamos DCEs pelo Brasil afora e lutamos permanentemente pela construção cotidiana da liberdade e da igualdade.
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Vivemos hoje, entretanto, uma situação de profundo paradoxo. Os tempos de liberdade e de democracia política, conquistada após duros embates, trouxeram consigo também a apatia que aprisiona os jovens numa perspectiva individualista da existência. Persiste ainda um sistema de ensino alienante, massificante e autoritário. O jovem é treinado para a competição, para o consumismo sem freios que não dialoga nem se coaduna com as limitações ecológico-ambientais do planeta. Enquanto jovens queremos construir atitudes transformadoras e emancipadoras, sentimos a necessidade de pensar novos rumos para o mundo que nos cerca, com socialismo e solidariedade, contra o rolo-compressor que tenta nos esmagar no dia-dia, contra o tédio e lamúria dos indiferentes.
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Grande parte dos jovens brasileiros rejeita a política, se dizem apolíticos sem nem saber que a política envolve todas as coisas do seu cotidiano: Por outro lado vêem com bons olhos atitudes de preservação do meio-ambiente, preservação da vida, e da ampliação dos horizontes culturais. Acreditam que na política só existe sujeira, jogo de interesses e pouca preocupação com a população. Esquecem que fazer este jogo, da não participação é a forma mais cabal de concordar com o status quo, de deixar as coisas como estão. Afirmamos então que toda atitude de transformação é uma atitude política, pois dialoga com a mudanças nos modos de pensar e agir. Bandeiras históricas - culturais, ecológicas, de segurança, desenvolvimento sustentável, entre outras - se unem na luta pela transformação do modo de vida capitalista em uma sociedade socialista, democrática e justa para todos(as). O correr da vida que muitas vezes nos embrulha, está apenas a nos exigir coragem e perseverança para mudar a realidade.
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Em resposta a isto nós, militantes da JSB acreditamos no poder de mobilização e transformação da Juventude Brasileira. Não aceitamos o comodismo nem apatia, denunciamos a estagnação. Queremos atrair o máximo possível de jovens para a participação nos diferentes movimentos de Juventude. Novos horizontes se abrem quando pensamos nas possibilidades e diálogos trazidos pelos conselhos municipais de Juventude, ONGs, OSCIPS, sindicatos, fundações e demais entidades que militam pela causa do trânsito seguro, da manutenção das florestas, do acesso ao ensino, da reforma universitária, da ampliação do ProJovem, da Reforma Agrária e toda uma gama de novas lutas e diálogos, que refletem a pluralidade do cotidiano da vida dos jovens como ela é.
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Rejeitamos este mundo da forma como ele está, rejeitamos os estereótipos. queremos trazer para centro do debate político este conjunto de lutas do povo, que refletem em nossa concepção a perene impossibilidade do modo de produção capitalista em responder com plenitude aos anseios da vida em sociedade. Rejeitamos sobretudo, a opressão e exploração do homem pelo homem, como única certeza destes tempos. Entretanto, queremos moldar uma nova realidade, mas sem utilizar os velhos moldes e formas pré-concebidas. Queremos ser novos homens e novas mulheres. Acreditamos em nossos sonhos! Ousamos ser diferentes! É hora do socialismo! VENHA PRA JSB!
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FONTE: http://www.psbrs.org.br
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segunda-feira, 25 de julho de 2011

JSB no Conselho Municipal de Juventude

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Bertrand Sousa (*)
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A população jovem da capital paraibana agora possui o Conselho de Juventude, um canal para o diálogo e construção coletiva das Políticas Públicas de Juventude (PPJs) em nosso município. Através da Secretaria de Juventude, Esporte e Recreação (Sejer), a Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP) realizou na última sexta-feira (22/07) a solenidade de posse dos membros que integram o Conselho Municipal de Juventude. O evento aconteceu no auditório do Centro Administrativo Municipal, em Água Fria.
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A Juventude Socialista Brasileira na Paraíba (JSB-PB) acompanhou todo o processo democrático e participativo que resultou na implantação deste Conselho Municipal, desde a criação da Lei 11.820, em 2009. Segundo o presidente estadual da JSB, Daniel Carneiro, o Conselho é de fundamental importância porque fazem parte dele representantes legítimos da juventude, tanto da sociedade civil quanto do governo. “Juntos, poderemos fiscalizar as ações já existentes e apresentar projetos voltados para as PPJs aqui no município”, afirmou.
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Também fizeram parte desta caminhada inúmeras entidades de representação juvenil (sociedade civil), além das secretarias municipais de Educação e Cultura (Sedec), Desenvolvimento Social (Sedes), Desenvolvimento Sustentável da Produção (Sedesp), Transparência Pública (Setransp), Ciência e Tecnologia (Secitec), Saúde (SMS) e a Fundação Cultural de João Pessoa (Funjope).
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A Lei que originou o CMJ define suas atribuições da seguinte forma: trata-se de "um órgão autônomo, de caráter permanente, deliberativo, consultivo e fiscalizador, de representação da população jovem e de assessoramento da Prefeitura Municipal de João Pessoa no tocante às questões relacionadas às políticas públicas destinadas à juventude pessoense". Nesse contexto, merece destaque a função deliberativa do Conselho, que possibilita a participação direta da população jovem nas decisões administrativas.
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De acordo com o conselheiro e membro da JSB, Kiko Brito, o Conselho servirá exatamente para intermediar o debate entre a Prefeitura e a juventude. “Ele precisa ‘cair em campo’ e buscar também o contato com os jovens em seus espaços de atuação, dialogando com a juventude em geral. Assim, poderemos desenvolver cada vez mais as Políticas Públicas de Juventude”, disse o representante titular do Movimento Estudantil no Conselho.
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“A participação da JSB será relevante para a atuação do Conselho, pois a organização já possui bastante experiência com relação às Políticas de Juventude, através dos movimentos juvenis organizados, da nossa presença em eventos que discutem esta temática e na gestão pública socialista”, avaliou Luana Flávia, integrante da JSB-JP e representante do segmento diversidade humana e de gênero.
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(*) Secretário de Comunicação da JSB-JP.
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Histórico do Partido Socialista Brasileiro

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Parte 4: os novos desafios
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Nas eleições de 2006, o PSB apoiou a recandidatura vitoriosa de Lula à presidência.Elegeu três governadores: Eduardo Campos (PE), Wilma de Faria (RN) e Cid Gomes (CE). Em 2007, a bancada do PSB no Senado é composta de: Antônio Carlos Valadares (SE), Patrícia Sabóya Gomes (CE) e Renato Casagrande (ES). Na Câmara dos Deputados, o PSB formou a bancada de esquerda de apoio ao governo federal. Ao lado do PSB estão o PDT, PAN, PMN e PHS, sob a liderança do Deputado Federal do PSB de São Paulo, Márcio França. Quase 200 municípios brasileiros são governados por prefeitos do PSB e mais de 1879 vereadores socialistas apresentam projetos e fiscalizam a administração de suas cidades.
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A Fundação João Mangabeira realizou, no dia 21 de janeiro de 2007, Seminário de Planejamento Estratégico dos Segmentos Organizados do PSB. Cada um deles realiza seu Congresso Nacional um dia antes do Congresso Nacional do PSB. Eles contribuem para a integração do partido e seus representantes no executivo e legislativo aos movimentos sociais.
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A Juventude Socialista Brasileira (JSB) que teve seu primeiro Congresso Nacional em 1993 tem como meta a conscientização e politização dos jovens para a construção do socialismo. Já o Movimento Sindical Socialista, com seu primeiro Congresso Nacional em 1997, propõe um sindicalismo livre, democrático, classista, autônomo e de luta, comprometido com a construção do socialismo. A Secretaria da Mulher, teve seu primeiro Congresso em 1999. Para buscar a sociedade socialista é necessário alcançar a igualdade de gênero. O Movimento Negro do PSB foi criado em 2003. Luta pelo socialismo democrático com justiça e equidade, unidade na diversidade. O Movimento Popular Socialista realizou seu primeiro Congresso em 2005.
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Depois de examinarmos estes 60 anos do PSB, entendemos a razão do orgulho dos militantes do Partido. A semente lançada em 1947 rendeu bons frutos. Um pequeno partido, com diminuta presença nos movimentos sociais, poucos parlamentares e ocupantes de mandatos no executivo, tem hoje uma ampla representação política em todo o País, cresce nos movimentos sociais e é respeitado pela fidelidade a seus princípios e a seu programa. Com densidade faz a crítica à sociedade capitalista em que vivemos e apresenta proposições voltadas para a sociedade futura, que será, temos certeza, socialista e democrática. Se acompanhamos toda a construção do PSB, de suas idéias, lideranças e ações na sociedade e nos espaços de poder, se nos sentimos herdeiros desta história com resultados brilhantes em condições tão adversas, novos desafios se apresentam para o PSB e para todos nós, socialistas.
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Carlos Siqueira, primeiro secretário Nacional do Partido, apresentou uma tese no IX Congresso do PSB, em 2003, estimulando o desenvolvimento de um projeto de ampliação dos objetivos estratégicos do PSB. Parte das preocupações historicamente básicas da esquerda e marcantes na vida do PSB: a igualdade, a justiça, a liberdade e a participação. Como incluir no projeto estratégico do Partido, de mudanças estruturais na sociedade, os novos problemas e atores que não se limitam a oposição proletariado e burguesia ou socialismo e capitalismo.
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Na diversidade e pluralidade da vida social contemporânea, há relações outras de dominação e subordinação como as de gênero ou as étnicas que precisam não só ter espaço de fala mas também passarem a ser parte do processo de libertação socialista. A democratização precisa ser aprofundada com a participação cidadã mas precisa ser estendida às diversas instituições sociais como a família, a escola, as igrejas, os serviços públicos... Para tornar realidade esta ampliação de objetivos teremos de desenvolver, pelo menos seis pontos:
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1. incluir esta diversidade com sentido de conjunto; 2. as diversas vozes precisam ter elos de ligação entre suas demandas e a luta política; 3. estas diversidades devem aparecer em suas falas, em sua dignidade e identidade, sem se dissolver; 4. as necessidades do “aqui e agora” tem que ser contempladas, ao lado dos objetivos de médio e longo prazo; 5. o projeto ampliado deve ter um compromisso ético-político com o presente e o futuro dos sistemas vivos do planeta, revolucionando a vida das pessoas em um meio ambiente saudável; 6. assumir como valores fundamentais: A. O igualitário e popular retomando as aspirações dos excluídos, discriminados e oprimidos não apenas entre os trabalhadores da cidade e do campo. Os jovens encontram enormes dificuldades de acesso ao mercado de trabalho. As mulheres enfrentam a violência doméstica e salários mais baixos que os homens nas mesmas atividades. Com aposentadorias ridículas os idosos passam a trabalhar como antes para se sustentar; B. O democrático não apenas na vida política mas em toda a vida social; C. O libertário combinando o aprofundamento das liberdades pela democratização da riqueza social com o respeito à diferença. Serão excluídas as liberdades de torturar, explorar, oprimir, discriminar.
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Todo este projeto de uma nova esquerda no Brasil só será factível numa nação soberana, capaz de se incluir na globalização sem subserviência aos interesses do grande capital e das grandes potências. O desafio que está posto hoje para o PSB, que deve ser enfrentado sob a liderança do Governador Eduardo Campos e com a participação das lideranças emergentes do Partido que se somará à experiência histórica acumulada por diversos companheiros, é formular um projeto para o Brasil, capaz de ampliar substancialmente as conquistas do atual governo.
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Uma esquerda capaz de ter clareza nas políticas urbanas, quando 80% dos brasileiros moram nas cidades, cercados de problemas. Uma nova esquerda capaz de reorganizar o pacto federativo, para que prefeitos e governadores deixem de ir à Brasília com pires nas mãos. Uma nova esquerda capaz de formular e implementar um desenvolvimento sustentável, construindo um mercado interno sólido, uma produção interna com grande valor agregado, enfrentando a cultura do consumo supérfluo do capitalismo, garantindo a convivência com a natureza e não sua destruição. Este desafio é de todos(as) nós! Durante e após o curso, com concordâncias e discordâncias, com complementações, com pensamento e ação, você pode e deve enfrentar os desafios do presente como ator desta História.
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FONTE: http://www.psbnacional.org.br
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sábado, 16 de julho de 2011

Sem medo da democracia

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Em 8 anos do governo Lula, muitas medidas foram realizadas no sentido de promover maior inclusão social para a formação de um novo projeto de nação. Milhares de brasileiros tiveram oportunidade de sair da miséria e outros milhares de brasileiros saíram da linha de pobreza. Além disso, seja na política local, seja na política internacional, o Brasil assume uma nova posição, combatendo as desigualdades regionais, expandindo o seu potencial produtivo e construindo novas alianças para ajudar e ser ajudado por países vizinhos e irmãos, em um ato de desarticular a velha política de subserviência implementadas por séculos na América Latina, onde éramos obrigados a se curvar aos desmandos dos “poderosos”.
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Mas isso começa a mudar de fato. O exemplo vem do Uruguai com o ex-guerrilheiro Pepe Mujica, na Venezuela de Chávez, na Argentina com os Kirchners, no Equador com Corrêa, na resistência da Cuba socialista, entre outros. Importante também neste contexto é o reconhecimento dos demais governos ao papel protagonista exercido pelo Brasil e a continuidade política do projeto de nação hoje capitaneado pela presidenta Dilma.
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Foi, no entanto, na política de juventude e na política educacional que, ao nosso modo de ver, os maiores avanços estruturantes aconteceram. Rompeu-se a lógica de sucateamento do ensino público, que foi implementada na década de 90 pelos neo-liberalistas, e houve uma nova valorização da universidade brasileira. A chegada da classe trabalhadora na universidade e políticas para inserção de grupos historicamente excluídos dos acessos aos serviços públicos, através de cotas sociais e raciais, expansão com o REUNI, implementação de cursos noturnos, autonomia universitária e os novos modelos pedagógicos, mudaram a cara da universidade.
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No âmbito das particulares, com PROUNI e o novo FIES, inserimos ainda mais jovens no ensino superior brasileiro. Tudo isto sem contar a revalorização do ensino técnico, reestruturação das instituições existentes e construção de mais de uma centena de novas unidades dos agora chamados IFETs. O REUNI trouxe um novo aporte financeiro para a expansão de vagas nas universidades públicas. Novas salas, novos prédios, novas bibliotecas, residências universitárias, restaurantes universitários, e em muitos casos, até novos campis. No entanto, é importante que a militância socialista esteja alerta: cada universidade tem autonomia para construir seu projeto e gerir os seus recursos do REUNI. É fundamental participar dos projetos, fiscalizar as obras e os gastos para garantir uma universidade mais inclusiva, voltada para comunidade e com um projeto pedagógico popular.
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Isso cria uma nova lógica no ensino superior brasileiro e gera um novo patamar de oportunidades para nossa juventude. Cria também novos desafios, pois se por um lado avançamos no acesso, agora é fundamental debater a permanência. Desta forma o Plano Nacional de Assistência Estudantil é importantíssimo, mas é fundamental criar mecanismos reais para debater a política de permanência dentro de cada universidade. Entendemos que democratizar o poder dentro das IES é prioritário para definirmos a partir de um projeto popular os novos rumos da universidade. Ao defender eleições diretas para a UNE, temos como princípio tão importante defender uma mudança profunda da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), onde seja garantida eleições paritárias para as direções e reitorias, bem como participação paritária nos órgãos de deliberação das universidades. A participação da sociedade organizada em cada espaço da política significa fortalecimento e amadurecimento da democracia participativa no País.
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Para aprofundar a participação política da sociedade e da juventude, temos a tarefa de disputar uma Reforma Política de cunho popular, que contemple efetivamente a participação de todos(as), sem interferências, nas decisões do País. Que cada brasileira(o) seja elemento central para o desenvolvimento da nossa democracia. Exemplos importantes são as conferências temáticas. As quais defendemos o seu fortalecimento, pois são canais de construção de prioridades do nosso povo e de grupos invisibilizados. Além de abrir o dialogo para novos temas e ajudar na formulação de políticas públicas específicas.
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Compartilhar informações e cultura através das novas tecnologias, limpas e de grande alcance, é fundamental para construir esse novo conceito de liberdade que contagia os jovens do mundo inteiro. E torna-se imprescindível que lutemos por uma nova lógica que garanta a livre circulação de informações, debatendo em especial o direito autoral, para permitir que todos possam ter acesso aos meios que constroem o pensamento e a opinião social, além de buscar maneiras de sobrevivência mais humana e saudável.
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No âmbito das Política Públicas para Juventude (PPJs), muitos avanços foram conquistados desde a criação do Conselho Nacional de Juventude (Conjuve) e da Secretaria Nacional de Juventude (SNJ). A realização da 1ª Conferencia Nacional Juventude em 2008 foi um grande auxilio para o fortalecimento das pautas específicas dos jovens brasileiros, que enfim foi reconhecida como sujeito de direitos através da Emenda 65 (PEC da Juventude), demanda 1ª conferência e aprovada em 2010 após intensa mobilização de todos os segmentos da juventude no Brasil. Além disso, a temática vem tomando mais corpo a cada dia. Chegou a hora de afirmar nossas bandeiras. Estamos construindo a 2ª Conferência Nacional de Juventude, que tem como tema “Conquistar direitos, desenvolver o Brasil”, e nós estamos empenhados em realizar 26 conferências estaduais e uma distrital, além de centenas de municipais e milhares de livres.
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Em meio a todas estas inquietações e desejos, além do novo momento que se estabelece no País, nós da Juventude Socialista Brasileira, apresentamos ao coletivo de estudantes nossa nova identidade. O movimento “Diretas Já” cumpriu seu papel, mas agora as lutas são maiores e mais amplas, nossas bandeiras se ampliam e para além de eleições diretas na UNE, temos um grande pais a construir. Em seu lugar adotaremos o nome de Movimento SEM MEDO DA DEMOCRACIA, o qual já vínhamos utilizando com nome auxiliar em nossos documentos desde o ultimo Conune. Aproveitamos assim a oportunidade para convocar todos(as) aqueles (as) que queiram de fato debater a melhoria na qualidade da educação e um novo papel da UNE, além de um País desenvolvido, justo e soberano, para vir conosco nesta caminhada. Vamos a partir do 52º Conune construir a consolidação da nossa identidade, afirmando nossas bandeiras e lutando em defesa do Socialismo, da Democracia e pela Igualdade de Oportunidades.
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Goiânia, julho de 2011.
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Juventude Socialista Brasileira
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