quarta-feira, 11 de agosto de 2010

A grande oportunidade quem faz somos nós
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Joubert Fonseca de Andrade (*)
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Mas um processo eleitoral pede passagem. Esse, no mínimo, com uma singularidade, que representa e muito para a juventude brasileira. A primeira vez sem Lula. Quantos significados, gerações, vozes, multidões, vitórias, histórias, alegrias, oportunidades... Somos tantos, e enquanto jovens brasileiros podemos dizer: “somos reconhecidos constitucionalmente”; “a PEC foi aprovada”; “existem menos jovens analfabetos”; “mais jovens qualificados”; “mais acessam a universidade”; “mais escolaridade”; “mais identidade”; enfim, em busca de mais igualdade com liberdade.
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Este é o quadro de mais uma eleição. A primeira em que muitos jovens serão chamados as urnas e pela primeira vez poderão dizer: “temos direitos, somos sujeitos”. As juventudes terão como pauta de suas decisões suas próprias histórias. Quantas conquistas diante de tantas vulnerabilidades históricas e atrasos políticos impostos por governos conservadores e “adultocratas”, que almejam apenas políticas de boas intenções, mas que propagavam a desigualdade juvenil e a precarização da qualidade de vida.
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Aproxima-se um debate há muito esperado. Atualmente, com a institucionalização das Políticas Públicas de Juventude (PPJs) e a inserção do jovem como sujeito de direitos, devemos estar atentos a discussão primordial: considerar o jovem como agente do desenvolvimento nacional, aliado ao desenvolvimento social e humano da juventude brasileira. Questões que interajam escolaridade com permanência na escola; inserção no mercado de trabalho com trabalho decente; segurança pública com acesso as espaços públicos de interatividade; Internet com novas tecnologias de informação e comunicação; oportunidades com oportunidade de escolha.
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Aproxima-se enfim, a grande oportunidade de quase 40 milhões de jovens brasileiros afirmarem suas conquistas, pactuarem os futuros avanços e consolidarem o atual projeto de transformação social e de inserção nunca visto na sociedade brasileira. O momento do compromisso com a juventude e com o desenvolvimento do Brasil.
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(*) Presidente Nacional da Juventude Socialista Brasileira
(*) Conselheiro Nacional de Juventude - CONJUVE
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O PSB: linhas gerais
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O Partido Socialista Brasileiro (PSB), historicamente, é produto e continuidade das experiências e lutas sociais, políticas, econômicas e culturais do povo brasileiro e dos trabalhadores em particular, da aplicação de suas sistematizações teóricas e das formulações criadoras de personalidades nacionais e internacionais, que contribuem para a construção da democracia e do socialismo.
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Movidos pelos ideais de transformações sociais e pela construção de uma sociedade efetivamente democrática, um grupo de intelectuais e políticos fundaram, em 1945, o movimento denominado Esquerda Democrática, que dois anos depois se transformou no Partido Socialista Brasileiro, cujo principal líder e também seu primeiro Presidente Nacional foi o jurista João Mangabeira.
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Baseado em tal ideário, o Partido procurou atuar com firmeza, no período que compreende os anos de 1947 a 1965. Neste lapso de tempo, o PSB, além de contribuir e aprofundar a discussão política a respeito do socialismo democrático, participou ativamente da vida política nacional, com destaque especial para atuação da sua bancada parlamentar na Câmara dos Deputados. A participação dos socialistas nos movimentos sociais, também, foi intensa, particularmente na luta pela formação de ligas camponesas, cujo principal líder, Francisco Julião, integrava os quadros do nosso PSB.
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No mesmo período, (47/64), o Partido chegou a vencer as eleições para a Prefeitura do Recife, à época a terceira maior cidade do país. O prefeito Pelopidas da Silveira, fêz uma administração considerada uma das melhores de toda a história da cidade. O PSB, ocupou ainda, na pessoa de João Mangabeira, o Ministério das Minas e Energia e em seguida o Ministério da Justiça, do governo
constitucional do Presidente João Goulart.
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Em 1965 os militares acabaram com os partidos e só deixaram espaço para dois partidos: Arena e MDB. Em 1980 deixaram formar-se 5 partidos. Finalmente, em 1985 foi permitida a liberdade partidária. O PSB, fiel à democracia pluralista como valor político permanente, ao regime republicano e à forma federativa de organização administrativa do país, às elaborações socialistas e à luta pelos direitos individuais, coletivos, sociais, econômicos e políticos da cidadania, exerce suas atividades visando à realização de seus objetivos programáticos:
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I. Conduzir a Nação à conquista de plena soberania nacional, principalmente política e econômica;
II. Democratizar o Estado através de mecanismos que garantam a participação da sociedade civil organizada na formulação, execução e fiscalização das políticas públicas;
III. Socializar os meios de produção considerados estratégicos e fundamentais ao desenvolvimento, social, cultural e da democracia, e a preservação da soberania nacional;
IV. Democratizar as relações de trabalho;
V. Estimular a ampla associação de cidadãos livres, visando à criação de novas formas e sistema de produção, na perspectiva de um desenvolvimento sustentável;
VI. Estimular o desenvolvimento de valores morais e comportamentos culturais que contribuam para acelerar a abolição dos antagonismos de classes e da exploração entre classes e segmentos sociais, bem como de todas as formas que justificam ideologicamente a discriminação e a marginalização de indivíduos e grupos sociais.
VII. Lutar para manter o patrimônio intelectual no domínio da nacionalidade;
VIII. Lutar contra todos os tipos de privilégios, em especial aqueles patrocinados em causa própria em qualquer nível. É finalidade do PSB lutar pela implantação da democracia e do socialismo no País.
Conferência Mundial da Juventude
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A Conferência Mundial da Juventude (CMJ 2010) constitui-se como oportunidade única, pois chamará atenção para a importância de investir objetivamente na juventude. O fórum de debates ocorrerá de 23 a 27 de agosto na Cidade do México. O evento tem como objetivo principal oferecer uma contribuição que influencie as políticas públicas para a promoção do desenvolvimento sustentável e bem-estar dos jovens. Entre os temas principais da Conferência, temos: educação, saúde, equidade de gênero, entre outros, todos relacionados aos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio.
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Durante a CMJ 2010, jovens do mundo inteiro poderão dialogar com representantes de governos, parlamentos e sociedade civil sobre temas de importância global. Trata-se de um esforço do Governo do México, que terá seus trabalhos coordenados pelo Comitê Internacional, órgão integrado por 19 países dos cinco continentes. "A conferência tem uma mensagem clara de aumentar a visibilidade dos jovens como população estratégica para impulsionar o desenvolvimento e reduzir a desigualdade e a inequidade", afirma Priscila Vera Hérnandez, diretora do Instituto Mexicano de Juventude, um dos organizadores do evento.
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O ano de 2010 foi escolhido para a realização da Conferência Mundial da Juventude por ter sido eleito “Ano Internacional da Juventude” pelas Nações Unidas (ONU). O ano marca também 25 anos de criação do Dia Mundial da Juventude (celebrado no dia 12 de agosto); 15 anos do Programa de Ação Mundial da Juventude; e 12 anos da Conferência Mundial de Ministros Responsáveis pela Juventude.
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Para participar da Conferência Mundial da Juventude é preciso ter entre 18 e 35 anos e fazer parte de algum programa ou iniciativa que tenha foco na juventude e no desenvolvimento. Detalhe: existem hoje mais de 1,3 bilhão de jovens espalhados pelo mundo, com 200 milhões deles vivendo com menos US$ 1 por dia. Ainda nessa faixa etária, 88 milhões estão desempregados, 160 milhões sofrem com má nutrição, 130 milhões não alcançaram os níveis básicos de educação e 10 milhões convivem com o vírus HIV.
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Etapa preparatória no Brasil
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A pré-conferência das Américas e Caribe ocorreu em maio deste ano no Rio de Janeiro, sob organização da Secretaria Nacional de Juventude da Presidência da República e da Superintendência de Políticas Públicas da Juventude, através da Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos (SEASDH).
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Segundo o superintendente de Políticas Públicas para a Juventude, Rodrigo Abel, a realização desta etapa no Brasil foi de extrema relevância e concretizou o trabalho que tem sido feito há anos. “Foi um reconhecimento daquilo no qual estamos trabalhando nos últimos três anos”, afirmou Abel.
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Serviço:
Conferência Mundial da Juventude
Data: 23 a 27 de agosto de 2010
Cidade / país: Monterrey / México
Informações: http://youth2010.org
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sábado, 7 de agosto de 2010

Dia Nacional da Juventude com Dilma
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Bertrand Sousa (*)
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Neste sábado, 7 de agosto, acontecerá uma mobilização nacional proposta pelas juventudes partidárias e organizações juvenis da sociedade civil que apóiam Dilma Rousseff (13) para a presidência da República. Na Paraíba, a candidata do PT apóia e recebe total apoio de Ricardo Coutinho (40), candidato ao Governo do Estado pelo PSB.
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A grandiosa atividade terá participação de milhares de jovens, durante o dia inteiro, em 120 cidades do País, de forma conjunta e simultânea. Dessa forma, a juventude brasileira pretende demonstrar que reconhece e valoriza as conquistas para esta faixa etária (dos 15 aos 29 anos) durante o Governo Lula. Nesse período, por exemplo, as Políticas Públicas de Juventude (PPJs) foram organizadas e institucionalizadas pelo Estado Brasileiro, beneficiando uma parcela considerável da população, sobretudo das camadas populares.
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Em João Pessoa, a Juventude Socialista Brasileira (JSB) realiza a transmissão "ao vivo" do lançamento das propostas de Dilma para os jovens brasileiros, a partir das 14h na Praça Antenor Navarro (Centro Histórico). Já em Campina Grande, a partir das 9 da manhã deste sábado, as juventudes se reúnem no Centro da cidade para dizer que desejam ver o Brasil seguir mudando, com desenvolvimento e justiça social. A Dilma é, sem dúvida, a mais indicada para continuar o bom trabalho realizado pelo presidente Lula em prol da Nação.
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Confira no portal oficial da campanha:
www.galeradadilma.com.br as atividades que acontecerão em todo o Brasil. Pelo Twitter, use a tag #galeradadilma e nas demais redes sociais vamos fazer a maior cobertura colaborativa desta campanha vitoriosa, relatando em tempo real todas as ações que acontecem neste dia 7. Brasil pra frente, Dilma presidente! Agora é Dilma!
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(*) Jornalista e Secretário de Comunicação da JSB-JP.
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Ricardo e a política de alianças
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Alexandre Urquiza (*)
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A trajetória do prefeito Ricardo Coutinho sempre foi marcada pela superação de obstáculos colocados por aqueles que, através de questionamentos, visavam na prática impedir o seu crescimento no cenário político paraibano.Sua candidatura para vereador em João Pessoa não foi considerada prioridade para o Partido dos Trabalhadores na época, apesar da visível aceitação popular. Outros sete candidatos do PT foram considerados prioritários e, ao final do processo, todos eles ficaram com um resultado eleitoral aquém de Ricardo.
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Logo em seguida, Ricardo confirma a sua liderança com a reeleição, a maior votação proporcional que um vereador já teve na nossa cidade. O reconhecimento da sua liderança e do seu trabalho foi reafirmado pelo povo na condição de deputado estadual mais votado na cidade de João Pessoa. Na época, pela perspectiva de vir a ser o mais votado do Estado, começaram as primeiras especulações públicas sobre a sua imagem. A trajetória de sucesso do parlamentar, ainda petista, que agregava cada vez mais a atenção e o respeito da população, provocou uma série de reações que incluem o ataque à imagem pessoal, taxando-o de individualista. Ocorre, na verdade, diante de uma carreira política cada vez mais forte e consolidada, uma reação permeada pelo ciúme por parte daqueles que não conseguiam editar sequer a própria vitória.
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A decisão inicialmente traumática de desligamento do Partido dos Trabalhadores prenunciava para alguns o fim da carreira política. No entanto, tais críticas esqueceram que a arena política se sustenta e se renova com a presença de políticos sérios e comprometidos, como é o caso de Ricardo Coutinho.
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A fácil aceitação e imediata identificação da população de João Pessoa com a candidatura do Deputado Ricardo Coutinho à Prefeitura da capital aproximou inclusive velhos adversários políticos. Construiu-se a aliança com o PMDB, quando Ricardo já tinha sido líder da oposição ao Governador Maranhão. Foi um passo que revelou maturidade política quando Ricardo, visivelmente o nome mais forte para a prefeitura da capital, compôs com o PMDB, através do nome do deputado Manoel Júnior para vice-prefeito.
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Na época, era voz corrente que o caráter tradicional e fisiológico do PMDB iria comprometer o desempenho da candidatura de Ricardo. Além disso, no caso de vitória, também especulava-se sobre a possibilidade de Ricardo ser engolido pelo mesmo, transformando em fiasco toda a trajetória política do jovem parlamentar.
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Na prática, Ricardo colocou a sua marca na administração pública. Revelou-se um excelente administrador, impôs um ritmo de recuperação e de investimentos na cidade, jamais visto, reverteu completamente a expectativa inicial de um administrador refém do PMDB e passou a ser visto como um político autônomo e capaz de implementar e conduzir o projeto aprovado nas urnas pela cidade de João Pessoa.
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A grande surpresa ficou no fato de que pela primeira vez na política da Paraíba, um político começou a fazer exatamente aquilo a que se propôs, ou seja, apresentou um projeto para a sociedade, foi aceito e começou a colocá-lo em prática. Criou o orçamento democrático e na prática dividiu o poder com a população; implementou o terminal de integração e com essa ação, contrariou interesses, sempre primando por um encontro de contas onde a sociedade fosse a beneficiária final. Através do seu trabalho, conquistou ainda mais as camadas populares e também empresários.
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O Empreender-JP foi um passo marcante. É, na prática, o município assumindo para si como ação concreta, uma política de geração de renda que toda vida foi debitada na conta do governo federal. Ricardo instituiu a praça como política pública, enfrentou o problema da ocupação do espaço público, investindo em locais adequados para o comércio ambulante. Criou a política de habitação popular com 5 mil casas em quatro anos e meio; o Mercado Central; o hospital de Trauma de Mangabeira; fez a reforma no hospital Santa Isabel; as unidades do PSF; os campos de pelada devidamente estruturados; criou novas escolas municipais; instalou a política para a juventude; os equipamentos esportivos nas praças. A constatação mais surpreendente é a de que todo investimento, por maior impacto financeiro que tenha, tem como endereço prioritário a periferia da capital.
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Ricardo Coutinho segue crescendo politicamente. Mostrou na prática que sabe legislar e governar. Diante de todo o seu trabalho, da sua maturidade, do seu crescimento político, novas questões são colocadas. Para Ricardo, novas possibilidades de melhoria da qualidade de vida das pessoas que vivem no Estado da Paraíba.
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Para os opositores, resta o trabalho de reeditar as velhas críticas, a despeito do que a cidade vê. Continuam batendo na mesma tecla: “ele é individualista”. Diante do governo mais popular que João Pessoa já viu, diante das melhorias ocorridas em toda a cidade, sobretudo na periferia da Capital, é impossível acreditar que o seu governante só pensa em si!
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Ricardo Coutinho segue a sua trajetória política como começou: trabalhando seriamente, com coerência e determinação, para fazer avançar um projeto democrático e popular. E cada vez mais, pela sua credibilidade, pelo que mostra na prática, conquista mais adeptos, desde as pessoas mais humildes até aqueles que possuem uma trajetória política no Estado. Aliança se faz assim, pelos resultados obtidos no trabalho.
Se hoje Ricardo Coutinho tem a simpatia de diferentes pessoas e grupos políticos, é porque cada vez mais existe o reconhecimento público de que o seu governo é diferente, realmente é a materialização de um projeto popular. Esse é o verdadeiro sentido de uma aliança: a rendição diante de uma gestão que colocou na prática tudo aquilo que foi anunciado durante a campanha eleitoral.
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(*) Membro do Diretório Nacional do PSB.
PSB: uma História de lutas com a juventude
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Valeu João Mangabeira! Hoje é um dia especial, comemoramos 63 anos de fundação da razão de nossa existência, o Partido Socialista Brasileiro. Dos quais poderíamos ainda acrescentar mais 2 anos de nossa “genitora”, a Esquerda Democrática, nascida em 1945 e que nos deu a base para a fundação deste que consideramos hoje o maior partido de esquerda do País.
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A história pública talvez todos já conheçam, mas há um detalhe importante que a cada dia nos faz acreditar ainda mais que existe saída política para os problemas enfrentados pela sociedade atualmente. Um destes fatos é a nossa Juventude Socialista Brasileira, que hoje também completa 63 anos. Mas a juventude foi fundada junto com o partido? Sabemos que não. Mas o PSB foi um partido fundado por jovens, e mais, dentro de uma organização que ainda hoje como o PSB e a JSB continua jovem: falamos da gloriosa União Nacional dos Estudantes – UNE, da qual temos orgulho de durante estes mais de 70 anos de história ter participado dos bons e maus momentos passados.
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Mais orgulho ainda de saber que nestes 63 anos de PSB e JSB estamos cada vez mais próximos de retornar a Praia do Flamengo – 132, conquistado em 1942 pelos estudantes e nosso nascedouro. Dentre tantas lutas, neste momento em que comemoramos a descoberta do Pré-Sal, destacamos o papel de socialistas como Roberto Gusmão e Rogê Ferreira, jovens socialistas que iniciaram a campanha “O Petróleo é nosso!” o qual culminou na criação da Petrobrás e na garantia de que hoje possamos ser auto-suficientes em combustiveis, em especial nas energias renováveis. Lutas que a juventude começou!
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Mas nem tudo foi comemoração nesta caminhada. O golpe de 1964 trucidou planos de muitos jovens socialistas, mas não afastou o sonho de ter um Brasil mais justo e solidário. A deposição de Miguel Arraes e sua prisão serviam de inspiração para a luta cotidiana daquela juventude cujo o compromisso agora deixava de ser apenas com os estudos e passava a ser pela legalidade política do País.
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Nestes mais de 20 anos, de ilegalidade, paus-de-arara, cadeiras do dragão, solitárias, choques elétricos, entre outros artifícios, não nos furtamos a nossa condição de representantes da classe operária, dos estudantes, das mulheres e em especial da juventude. Com a anistia, o inicio da redemocratização, a luta pelas diretas, a refundação do PSB, o Fora Collor, entre outros, foram momentos que serviram para determinar tarefas que contribuiram de forma significativa para reunir e reorganizar aquele sentimento jovem, forjado na luta, que sempre norteou a vida do PSB. A JSB hoje existe formalmente e o Partido passa a acreditar cada vez mais que a juventude é de fato o carro chefe das transformações para uma sociedade socialista e democrática.
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Dentre tantas ações socialistas para a juventude, destacamos uma que entendemos essencial neste momento que a sociedade do conhecimento. O curso de Políticas Públicas de Juventude para o Desenvolvimento, elaborado pela Universidade da Juventude e Fundação João Mangabeira, coloca na ordem do dia a necessidade que o momento exige: prepara a juventude para ocupar os espaços de decisão e investir no pensamento e formulação de alternativas de enfrentamento das grandes questões sociais deixadas de lado em nosso país desde o inicio da sua colonização.
Mas o dia 6 de agosto é de festa...
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E nós da JSB temos muito orgulho de fazer parte desta família.
De Norte a Sul, e no País inteiro. Viva o Partido Socialista Brasileiro!

sábado, 31 de julho de 2010

Caminhada das mulheres com Ricardo 40
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Nem mesmo a chuva que caiu em João Pessoa no final da tarde desta sexta-feira (30/07) impediu que as mulheres fossem às ruas declarar o seu apoio a Ricardo Coutinho e Dilma Rousseff. O público foi conferir de perto a “Caminhada das Mulheres por uma Nova Paraíba”, realizada no Centro da capital paraibana.
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Após um apitaço, Ricardo Coutinho, candidato ao Governo do Estado, discursou para uma platéia entusiasmada, na Lagoa do Parque Solón de Lucena. "Na Paraíba, não há políticas públicas realmente voltadas as para as mulheres. É preciso que as mulheres do nosso Estado compreendam que em 2010 elas têm a chance de abrir um novo ciclo político, onde o desenvolvimento econômico e investimento social sejam a lógica presente", declarou Ricardo.
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Para ele, que ao longo de sua história política seguiu apoiando as mulheres, é preciso efetivar políticas públicas direcionadas à elas. "É preciso implementar as casas abrigo, instalar os juizados de gênero e, nas delegacias da mulher, preparar os profissionais e equipar os policiais, além de aumentar o número de delegacias especializadas", afirmou o candidato do PSB ao governo da Paraíba.
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"Vinte e sete mulheres foram mortas neste ano só na Paraíba, isso é um dado estarrecedor. É preciso tratar a mulher como um tema muito importante. Nosso compromisso é criar dentro do Empreender-Paraíba, linha de crédito para as mulheres pra que elas possam trabalhar e ter seu sustento", completou o socialista.
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PSB entrega proposta de Governo a Dilma
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Gustavo Sousa Jr (*)
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O presidente Nacional do Partido Socialista Brasileiro (PSB), Eduardo Campos, fez a entrega simbólica das propostas do PSB para o programa de governo da candidata Dilma Rousseff, no último dia 19/07, em Brasília. O ato político ocorreu durante o seminário "Brasil: Desenvolvimento e Inclusão Social", promovido pelo PSB em conjunto com a Fundação João Mangabeira (FJM). O documento reúne propostas em áreas como educação, ciência e tecnologia, questão urbana e o desenvolvimento regional, sempre tendo como premissa o binômio inclusão social e desenvolvimento.
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Segundo Eduardo Campos, “a retomada do crescimento e a inclusão social – herança do Governo Lula da qual participou não só o PSB, mas todas as forças políticas que trabalharam para criar essas condições – fazem com que o Brasil tenha uma enorme oportunidade de crescer com qualidade e inclusão. É isso que trazem as propostas apresentadas pelo PSB”. O presidente da legenda reforçou que ainda há muito a se fazer, ao observar que é importante construir um Estado que trabalhe no sentido daqueles que precisam de quase tudo, combatendo privilégios e que enxergue os pobres e os excluídos. “Temos vários desafios, como o desafio de fazer a reforma política na perspectiva de alargar a democracia com representação, cada vez mais próxima dos anseios do povo”, declarou.
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Em relação à candidata Dilma Rousseff, Eduardo foi taxativo ao afirmar que “sua vida política fez acumular experiências que a credenciam à Presidência da República. Temos a confiança de que seu governo saberá ouvir o povo.” E garantiu o apoio integral do PSB ao projeto de elegê-la presidente da República. “Não sabemos fazer as coisas pela metade, só sabemos fazer integralmente, com garra e paixão. Por isso, pode contar com a nossa militância.”
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Após receber as propostas socialistas, Dilma Rousseff declarou que “o PSB é um aliado fraterno e que participou de forma estratégica das grandes transformações que esse país teve”. Em sua apresentação à militância presente, Dilma ressaltou dois líderes socialistas. Inicialmente citou o ideário legado por João Mangabeira: “Socialismo sem liberdade, socialismo não é. Liberdade sem socialismo, liberdade não é”. Em seguida, lembrou Miguel Arraes, líder que apontou como sendo “um exemplo de compromisso com a luta, sem jamais desistir”. “É de Arraes a capacidade de perceber que não se pode desprezar o fato de que o Brasil tem que ter um olhar nordestino”, declarou Dilma.
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Diante dos pontos propostos pelo PSB, da necessidade de promover o desenvolvimento do país com inclusão, a candidata ressaltou algumas conquistas obtidas ao longo da gestão do presidente Lula. “Com o governo Lula abrimos uma era de prosperidade onde rompeu-se o tabu de que não era possível que o Brasil crescesse de fato com inclusão. Provamos que o Brasil cresce na medida em que incorpora seus 190 milhões de brasileiros”. Dilma assegurou que o desenvolvimento social é uma questão central de seu programa de governo, não um anexo. “Temos a possibilidade real de fazer com que o Brasil seja um país desenvolvido, uma sociedade desenvolvida, uma economia desenvolvida e uma nação desenvolvida. Temos um conjunto de realizações a apresentar que mostra o que deve ser feito e como deve ser feito”, enfatizou.
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E ao encerrar sua fala, Dilma afirmou que não haverá espaço para erros em sua gestão e declarou seu vínculo com o PSB. “Não posso errar porque sou mulher e porque, no Brasil, tivemos esse líder fantástico, que é o presidente Lula, que está no legando essa herança que é cuidar do povo brasileiro. Tive a oportunidade de estar com ele nessa caminhada, na qual tive a honra de ter o apoio do PSB, um apoio especial, pela identificação que tenho com seus ideais, bem como pela amizade que tenho com vários líderes desse partido. Tenho certeza que tenho o mesmo rumo que o PSB”. Dilma afirmou ainda que nos estados em que houver dois candidatos majoritários apoiados por ela, ambos contarão com a sua presença.
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(*) Assessoria de Comunicação do PSB.
No horizonte o girassol
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Análises sociológicas de qualquer tema são matéria para sociólogos. Eu me digo isso a todo momento para não me perder em teorias incompletas ou chegar a conclusões precipitadas sobre determinados aspectos que observo ao longo da minha vida e que me fazem querer pensar como um cientista social. Um dos fatos que mais me faz parar para refletir é o comportamento político das pessoas da Paraíba. Um estado pobre? Só se for pelos frios paradigmas financeiros das instituições de estatística. Rico em poesia, música, inteligência, cultura e arte no geral. Para analisar esse comportamento eu apelo à sociologia de Max Weber, importante sociólogo alemão, que me parece satisfatória para explicar determinadas condutas.
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Weber põe no centro de suas teorias a ação social. Para entender profundamente esse conceito, sugiro uma viagem pela sua obra-prima, Economia e Sociedade. De maneira mais simples, podemos entender ação social como sendo o agir dos indivíduos na coletividade segundo um conjunto de expectativas e determinado pelo comportamento dos outros indivíduos, isto é, baseado na ideia de reciprocidade, motivação.
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Votar constitui uma ação social. É, além disso, uma ação política, voltada à luta pelo poder, mesmo que inconsciente pelos que agem. Votamos porque outras pessoas determinaram o voto como instituição política, e que, ao fazerem isso, esperam que outros votem, e esses que votam esperam que outros também votem, e que outros recebam esses votos, elejam-se e assim por diante. Ações socias. Expectativas. Reciprocidade. Ainda segundo Weber, as ações sociais constituem ações motivadas. Essas ações podem ser: segundo tradições, segundo sentimentos, segundo valores e segundo fins (racionalizadas por objetivos). Portanto, o voto também é motivado por uma dessas quatro vertentes.
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O que me chama a atenção é que, aqui na Paraíba, o voto é motivado pelas duas vertentes que não combinam nada com política (de verdade): tradições e sentimentos. Primeiramente, os paraibanos votam segundo tradição. Votam em determinadas famílias. Votam pelo sobrenome. E votam porque seus pais e avós vêm votando naquelas mesmas pessoas há vários anos. O problema é que essas famílias tradicionais foram construídas segundo um coronelismo opressor, voto de cabresto. São latifundiárias, na sua maioria. Escravizam as mesmas pessoas que as colocam no poder. E são, em muitos casos, fonte de uma rede suja de corrupção que as apoiam na sua conquista do controle dessa massa que vota só porque virou costume. Só porque aquelas pessoas já estão no poder.
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Depois vem o sentimento. Por alguma força desconhecida e que eu ainda não entendo, as pessoas se apegam aos políticos. Não é ao profissional, é à pessoa mesmo. As pessoas passam a gostar de alguns candidatos, independente de eles sequer um dia tiverem olhado para essas pessoas. Independente de eles sequer um dia tiverem ido àquela localidade. É um amor, uma paixão que toma conta da racionalização dessas pessoas e as inpedem de enxergar quem aqueles políticos são. Esse amor todo, a meu ver, é fruto de uma pesada demagogia e de um pesado populismo que tomou conta desse estado desde os seus primórdios federativos. E que se alastra aos dias de hoje nas pessoas mais humildes, que encontram na figura supostamente idônea do político alguém em quem confiar suas dores, seu sofrimento – alguém em quem ter uma esperança fugidia. É um populismo nada tímido, efetivo e que tem funcionado nesses anos todos de domínio.
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Eu acredito que o que esse Estado precisa é de mudança. Precisa de movimento, de uma nova liderança. De um ideal novo, livre dos males do populismo e da escravização ideológica da tradição latifundiária. O voto deve ser segundo fins e valores. O fim está na luta para que a Paraíba se renove, tome um novo rumo, uma nova cara, que feche as feridas que ardem ainda nas crianças com fome, nos idosos sem assistência, nas mães que perdem seus filhos para o tráfico, para os hospitais ruins, para as escolas que não educam, nos trabalhadores. Os valores são muitos: honestidade, responsabilidade, inteligência, humildade, sinceridade e devoção. Devoção a esse povo que sofre, mas que não se deixa abater nem um minuto sequer, e que merece ser mais bem tratado por nossos governantes.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Plano de Governo e participação popular
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O Plano de Governo que Ricardo Coutinho (PSB) apresenta aos paraibanos é, antes de tudo, um grito de esperança e fé no amanhã. Resultado de discussões e encontros sistemáticos com inúmeros segmentos da sociedade, ao longo dos últimos meses, o documento ainda agrega experiências bem sucedidas de governabilidade e sintetiza o desejo coletivo de dotar a Paraíba dos meios que a libertem das amarras da estagnação econômica, dos grilhões da debilidade social e das algemas da manipulação política.
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Entretanto, este não é um Plano de Governo pronto e acabado já que durante a campanha Ricardo Coutinho e sua equipe, bem como os integrantes da coligação “Uma nova Paraíba”, continuarão discutindo e aprofundando as propostas, além de acolher outras.
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Também não foi engendrado por burocratas encastelados em salas climatizadas, para os quais a realidade popular é fator irrelevante nos propósitos dos grupelhos a quem servem. Além de apontar diretrizes extraídas da vontade do conjunto da sociedade, também contempla exemplos revigoradores de diversificadas esferas administrativas, a partir de 2002, com a instalação da revolucionária “Era Lula”.
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Quando finalizado, este Plano de Governo contemplará a base de uma futura administração estadual que se pretende intensamente integrada aos municípios, independente de cores partidárias. Portanto, os direcionamentos deverão respeitar as características e potencialidades de cada região. Economia e Ações Sociais deverão seguir juntas, numa equação onde o cidadão é o principal patrimônio a ser zelado e protegido. O restante é conseqüência. Positiva.
Clique aqui para conhecer as propostas.
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