Educação e mídia: instrumentos para mudança
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Bertrand Sousa (*)
Bertrand Sousa (*)
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A função de uma mídia socialmente responsável é informar com qualidade e isenção, ajudando a sociedade a conhecer, pensar e agir. A Educação, portanto, é uma característica diretamente relacionada à mídia, ao seu processo constante de veiculação de conteúdos. "Um povo somente pode ser grande se sua escola for boa e, a mídia, livre, plural e responsável."
A função de uma mídia socialmente responsável é informar com qualidade e isenção, ajudando a sociedade a conhecer, pensar e agir. A Educação, portanto, é uma característica diretamente relacionada à mídia, ao seu processo constante de veiculação de conteúdos. "Um povo somente pode ser grande se sua escola for boa e, a mídia, livre, plural e responsável."
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No Brasil, devido à forte influência da grande mídia sobre a vida da população, pode-se dizer que os comunicadores muitas vezes atuam como "educadores", na medida em que promovem ou estimulam mudanças no comportamento de nosso povo. Tornam-se formadores de opinião, através do controle sobre a consciência coletiva do País. Neste sentido, devemos exigir que esta função estratégica seja exercida por profissionais devidamente qualificados, com formação superior específica e conscientes sobre a importância do trabalho jornalístico para a sociedade.
No Brasil, devido à forte influência da grande mídia sobre a vida da população, pode-se dizer que os comunicadores muitas vezes atuam como "educadores", na medida em que promovem ou estimulam mudanças no comportamento de nosso povo. Tornam-se formadores de opinião, através do controle sobre a consciência coletiva do País. Neste sentido, devemos exigir que esta função estratégica seja exercida por profissionais devidamente qualificados, com formação superior específica e conscientes sobre a importância do trabalho jornalístico para a sociedade.
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Todo cidadão brasileiro deveria tratar a comunicação como direito humano – e exercê-lo sempre – especialmente no que incide sobre a soberania nacional, a liberdade de expressão, a inclusão social, a diversidade étnico-racial, sexual, cultural, religiosa e de gênero, a convergência tecnológica e a regionalização da produção de conteúdos (educativos, inclusive). Trata-se de um tema que interessa a toda a sociedade brasileira, com forte apelo entre os jovens, inclusive entre os participantes do Movimento Estudantil e outros movimentos sociais.
Todo cidadão brasileiro deveria tratar a comunicação como direito humano – e exercê-lo sempre – especialmente no que incide sobre a soberania nacional, a liberdade de expressão, a inclusão social, a diversidade étnico-racial, sexual, cultural, religiosa e de gênero, a convergência tecnológica e a regionalização da produção de conteúdos (educativos, inclusive). Trata-se de um tema que interessa a toda a sociedade brasileira, com forte apelo entre os jovens, inclusive entre os participantes do Movimento Estudantil e outros movimentos sociais.
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Diante desta estratégia de radicalização da democracia, outra necessidade é trazida a tona: a de promover a livre circulação de informações e garantir o direito humano à comunicação, entendida não apenas como audiência, mas como interação, troca de informações. A informação é fundamental para permitir escolhas conscientes por parte dos seres humanos, não há cidadão ou cidadã emancipado/a sem o acesso livre às informações disponíveis e sem a possibilidade de produzir conteúdo, disseminar informações, exercer a comunicação em sua plenitude.
Diante desta estratégia de radicalização da democracia, outra necessidade é trazida a tona: a de promover a livre circulação de informações e garantir o direito humano à comunicação, entendida não apenas como audiência, mas como interação, troca de informações. A informação é fundamental para permitir escolhas conscientes por parte dos seres humanos, não há cidadão ou cidadã emancipado/a sem o acesso livre às informações disponíveis e sem a possibilidade de produzir conteúdo, disseminar informações, exercer a comunicação em sua plenitude.
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Portanto, a luta pelo fim do monopólio privado dos meios de comunicação é de cunho estratégico para a democracia. É preciso rever a concentração de poder midiático que se produziu em escala global e que, em nossa região, se aprofundou com o período de exceção experimentado na segunda metade do século passado, onde o monopólio da comunicação foi potencializado como objetivo estratégico para a manutenção do poder ditatorial. Porém, além de combater este monopólio também é necessário investir nas capacidades das pessoas para que cada vez mais se tenha informação sendo produzida por fontes cada vez mais diversas.
Portanto, a luta pelo fim do monopólio privado dos meios de comunicação é de cunho estratégico para a democracia. É preciso rever a concentração de poder midiático que se produziu em escala global e que, em nossa região, se aprofundou com o período de exceção experimentado na segunda metade do século passado, onde o monopólio da comunicação foi potencializado como objetivo estratégico para a manutenção do poder ditatorial. Porém, além de combater este monopólio também é necessário investir nas capacidades das pessoas para que cada vez mais se tenha informação sendo produzida por fontes cada vez mais diversas.
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Essa questão da comunicação é fundante para a estratégia de ampliação da participação política das pessoas, especialmente dos jovens. É verdade que este é um momento marcado por uma cultura política que, de tão desconectada da linguagem e dos códigos desta geração e de tão imersa em práticas pragmáticas, despolitizadas e patrimonialistas, afasta cada vez mais o e a jovem dos processos decisórios da sociedade; mas a reversão desse processo é possível e passa pela transparência na política o que depende, fundamentalmente, do fortalecimento da capacidade comunicativa da juventude.
Essa questão da comunicação é fundante para a estratégia de ampliação da participação política das pessoas, especialmente dos jovens. É verdade que este é um momento marcado por uma cultura política que, de tão desconectada da linguagem e dos códigos desta geração e de tão imersa em práticas pragmáticas, despolitizadas e patrimonialistas, afasta cada vez mais o e a jovem dos processos decisórios da sociedade; mas a reversão desse processo é possível e passa pela transparência na política o que depende, fundamentalmente, do fortalecimento da capacidade comunicativa da juventude.
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(*) Jornalista e Secretário de Comunicação da JSB-JP.
(*) Jornalista e Secretário de Comunicação da JSB-JP.
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